Erros comuns no Plano de Recuperação de Áreas Degradadas e como evitá-los

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Um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) é muito mais do que um anexo do licenciamento ambiental. Ele é o roteiro técnico que define como uma área impactada será recuperada, em quanto tempo e com quais resultados.

Quando esse plano é mal elaborado ou mal executado, o efeito é imediato, com: retrabalhos, custos extras e atrasos em obras ou empreendimentos.

A Interbio, como consultoria ambiental especializada em PRAD, acompanha na prática os desafios de empresas que precisam cumprir condicionantes de licenciamento sem travar o negócio. 

Confira, a seguir, os erros mais comuns e o que pode ser feito para evitá-los.

Escolha de espécies inadequadas para o PRAD

Um dos erros mais frequentes em Planos de Recuperação de Áreas Degradadas é a escolha incorreta de espécies vegetais. Isso acontece quando o PRAD:

  • Escolhe espécies que precisam de sombra para se desenvolver em uma área de campo aberto;
  • Não avalia a qualidade do solo antes de plantar;
  • Não realiza a manutenção periódica após o plantio.

Isso acarreta no retrabalho devido à baixa taxa de sobrevivência das mudas, necessidade de replantios sucessivos e atraso na consolidação da área recuperada. 

Na Interbio, o PRAD é elaborado com base em diagnósticos ambientais detalhados e seleção de espécies nativas adequadas ao bioma e ao tipo de ambiente. Isso aumenta a taxa de sucesso do plantio e reduz a necessidade de replantar tudo depois.

Ignorar o controle de erosão e a estabilidade do solo

Outro erro grave em PRAD é focar apenas no plantio de mudas e ignorar o controle de erosão. Em áreas inclinadas ou com solo exposto, a água da chuva pode levar embora o trabalho inteiro.

Entre as falhas típicas, estão: 

  • Ausência de estruturas de drenagem (canaletas, terraços, sarjetas);
  • Taludes muito íngremes, sem técnicas de estabilização;
  • Falta de cobertura inicial do solo com gramíneas.

Como consequência, ocorre a formação de sulcos e ravinas, assoreamento de cursos d’água e perda de mudas recém-plantadas.

Nos PRADs desenvolvidos pela Interbio, o controle de erosão é parte central do plano, e não um detalhe opcional. A equipe técnica integra soluções de drenagem, técnicas de bioengenharia e proteção física do solo.

Plantar e abandonar: a falta de manutenção

Um dos maiores problemas em recuperação de áreas degradadas é tratar o PRAD como um evento pontual: “plantar e pronto”.

Sem manutenção adequada, é comum ver:

  • Invasão de espécies exóticas e gramíneas agressivas;
  • Ataque de formigas e pragas;
  • Morte de mudas em períodos de seca;
  • Cercas danificadas, com entrada de gado ou trânsito de pessoas.

O resultado? Perdas frequentes e necessidade de recomeçar, pois a área não atinge os padrões de cobertura previstos e o órgão ambiental passa a cobrar replantios, novos cronogramas e relatórios adicionais.

A Interbio trabalha com PRAD como processo contínuo, prevendo plano de manutenção com prazos e atividades claras, além de acompanhamento técnico para ajustar o manejo conforme a resposta da área.

Falta de registro fotográfico e documental

Sem registro fotográfico e documental bem feito, é como se o trabalho não tivesse acontecido. Conheça os erros frequentes:

  • Poucas fotos, sempre do mesmo ângulo;
  • Ausência de registros comparativos, com antes, durante e depois;
  • Falta de identificação de datas e locais;
  • Arquivos desorganizados.

Isso acarreta na dificuldade em demonstrar a evolução da área, relatórios pobres em evidências visuais e maior risco de questionamentos e exigências. 

A Interbio realiza visitas frequentes e inclui, na rotina de monitoramento de PRAD, roteiros de registro fotográfico com pontos fixos, datas definidas e organização dos arquivos.

Assim, os relatórios entregues ao órgão ambiental mostram claramente a trajetória de recuperação da área.
Precisa implantar ou revisar um PRAD e quer transformar documentos obrigatórios em resultados ambientais concretos? Estamos prontos para apoiar em cada etapa, entre em contato!

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